terça-feira, 30 de setembro de 2014
“Não tenho medo de altura. Moro no vigésimo andar. Não tenho medo de escuro. Durmo sozinha e com todas as luzes apagadas. Não tenho medo de agulha. Acabei de fazer minha terceira tatuagem. Não tenho medo de chuva. Gosto do cheirinho da terra molhada. Não tenho medo de avião. Queria estar decolando agora. Não tenho medo de nada. Até eu me apaixonar.”
“Na primeira vez em que eu achei que fosse morrer de tristeza, meu corpo doía muito. Foi pior que qualquer resfriado. Pior que ficar de castigo sem internet ou tirar a casquinha do machucado do joelho sem querer. Na primeira vez em que me disseram adeus, eu quase fui junto, ,as aí fui ficando. E o ‘quase membro do meu corpo’ virou um desconhecido, e, de vez em quando, a gentr até se cruza na rua. Eu não sinto nada, e isso me deixa feliz, pois significa que, se não der certo depois de um tempo, será assim.”
A menina que colecionava borboletas
“Para superar de verdade nossos problemas, precisamos nos reinventar. Mergulhar dentro dos próprios pensamentos e encontrar uma pontinha de esperança que nos faça querer seguir em frente e parar de chamar tanta atenção para algo que, no final das contas, é só nosso.”
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